Vocês
já devem ter notado por uma das últimas postagens que em se tratando de análise
de imagens eu gosto um pouquinho de colocar mais de uma ilustração sobre o mesmo tema.
Simplesmente acho que esta atitude ajuda a explorar o tema, portanto temos mais
um pequeno grupo de imagens a seguir.
A Coca-Cola tem um histórico de propagandas de sucesso: fato
incontestável. No momento não vou discutir os meios que a levaram ao sucesso ou
sua ética, mas apenas uma parte ínfima de seus anúncios.
Voltando-se para o anúncio ao lado vemos o típico traço de
desenho de humanos da marca à alguns anos atrás: brancos de cabelos claros e bochechas
rosadas. O uniforme do homem à direita lembra-nos uma lanchonete. O estilo
remete o período de Guerra Fria, não? Algo a fim de marcar o capitalismo e a saúde,
alegria e bem estar americano.
Observando sob um aspecto mais pessoal confesso que aprecio
esse toque de lanchonete antiga, é um charme muito marcante na minha visão.
Na
próxima vemos a Coca-Cola em uma propaganda que me fez perguntar: Quando se tem
grande fama, afirmar ser um clássico só para firmar a ideia, realmente a firma?
Pode parecer óbvia uma resposta afirmativa, mas na verdade não é, pelo menos não
conscientemente. E inconscientemente também não, pois várias marcas já tentaram
usar de afirmações parecidas, porém parece que algumas delas não têm esse poder
todo na palavra não é? Então, é preciso um conjunto de ações e situações para
dar ênfase à palavra.
Senti uma grande necessidade de colocar a última propaganda.
Primeiramente, é um anúncio mais antigo, do começo da bebida Coca-Cola. Nota-se
que o padrão de estética humana é semelhante, apesar das bochechas não serem
tão rosadamente marcadas. Lembro-me então do ainda presente racismo nos EUA
ainda hoje, da dificuldade da miscigenação insistente.
Novamente, sob um aspecto pessoal, gosto da
pintura dos cabelos. É um trabalho lindo devido ao degradê de cores feito pela iluminação.
Presumo que ainda farei um texto aprofundado da Coca-Cola, mas, para sua felicidade ou tristeza, isto ficará para uma outra rodada.
Sonhadoramente,
Bárbara