Eu não prometo futuro. Eu não acredito que ele esteja nas estrelas ou nas cartas. Ele é o sujeito oculto da frase nova. Nunca consegui cumprimenta-lo. Além do mais, toda vez que corria ao seu alcance, ele me jogava o presente. Presente por vezes bom e por vezes mal. De choro e lágrimas que formam o rio da partida das minhas esperanças. De sorrisos melados e riso alto do vento, da brisa, das minhas alegrias. E o futuro se escondia lá no horizonte, presente e invisível. Não, eu não prometo alguém que eu não conheço.
Porém, prometo o presente, pois este eu bem conheço. Um velho amigo meu, salpicado em brilhos e sombras de festa.

Presente, muitos esquecem dele e de vivê-lo. Ignoram-o até perceber que agora ele já não é o mesmo, virou um tal de Passado e o futuro que tanto visavam é o atual pressente, cheio de arrependimentos por não ter vivido o que agora é o Passado.
ResponderExcluirSó não entendi por que não falou do meu amigo Passado, ele foi legal comigo
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ResponderExcluirEsse é o espírito: ñ lamente a distância do futuro, aproveite o presente q ele lhe deu.
ResponderExcluirO passado tem duas funções, lembrar e ensinar, nessa ordem respectivamente. Cada passado é diferente e só o próprio sujeito pode dizer o q dele retirou. Ñ achei relevante colocá-lo, ele ñ se encaixava nos caminhos dos muros deste texto. Mas vc teria alguma reflexão específica sobre ele?
Sonhadoramente,
Bárbara
nao, só duvida mesmo
ResponderExcluirDúvida retirada?
ResponderExcluirSonhadoramente,
Bárbara
sim
ResponderExcluirDe fato, prometer é algo que necessita de muita responsabilidade mesmo, não se pode usar as palavras ''eu prometo'' em vão...
ResponderExcluirRed