Permita-nos então, flutuar contigo. Não como parte igual, jamais possível seria. Mas como pequena chama alimentada pelo que te compõe. Como pedaços sobreviventes de entendimento da dor e do caos a serem superados. Luzes escassas querendo ver a cor além do reflexo brilhante, procurando-a na profundeza disposta nesta terra de vida em fervor. Luzes não caminham sozinhas, por isso, permita-nos fazer viagem (ainda que superficial) no teu balanço.
